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Sincovaga realiza Assembleia Geral Extraordinária para discutir a Negociação Coletiva 2014/2015

O Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo) realizou no último dia 22 de agosto de 2014, sexta-feira, Assembleia Geral Extraordinária em São Paulo para discutir, entre outros assuntos, a Negociação Coletiva com as entidades sindicais de comerciários, para celebração de convenções coletivas de trabalho do período 2014/2015.

A reunião foi organizada no novo auditório da entidade, no 16º andar do prédio da sede, que foi totalmente reformulado, recebeu um novo layout e modernos equipamentos de áudio e vídeo, além de ter sua capacidade ampliada para 70 lugares, oferecendo ainda mais conforto aos usuários.

Na abertura do encontro, o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado, convidou Fábio Pina, economista da FFA Consultoria, que desenvolve estudos para a FecomercioSP e para o Sincovaga, para uma breve apresentação sobre as perspectivas em relação ao desempenho do varejo em 2014, visando enriquecer a argumentação da entidade com dados embasados e específicos e, consequentemente, apoiá-la nas negociações salariais.

Para ilustrar sua apresentação, o economista mostrou um quadro com a expectativa para alguns índices que influenciam o setor, vistos sob diferentes óticas – otimista, provável e pessimista. Nesse sentido, segundo ele, o varejo em São Paulo deve crescer no máximo 2% este ano, sendo 1% a porcentagem considerada mais provável. Já o IPCA provável será de 6%, sendo o cenário mais otimista em torno de 5,5%. A expectativa em relação ao PIB é de crescimento de apenas 1% este ano.

Segundo o especialista, o desempenho da economia vai reduzindo a confiança dos consumidores e empresários, o que resulta em diminuição da perspectiva de investimento, do crescimento econômico e do consumo em 2014, cenário que deve se estender para 2015, caso nenhuma medida concreta seja tomada pelo governo com urgência. Com relação ao nível de emprego, segundo ele, já existem sinais de desaceleração na abertura de vagas, o que já começa a ser precedido por fechamento de vagas, uma vez que baixo crescimento gera desemprego.

Como a indexação dos salários ainda influencia na base das negociações coletivas, o ponto de partida será o índice do INPC, segundo Alvaro Furtado. Na opinião do presidente do Sincovaga, o cenário econômico atual, ainda mais complicado que o de anos anteriores, impõe às empresas enormes esforços para garantir sua sobrevivência, sendo necessária atenção cada vez maior à gestão e a adoção de ferramentas de retenção de talentos, sobretudo benefícios.

Nos próximos dias haverá outras reuniões com entidades representativas em São Paulo e no interior, para que a proposta do Sincovaga comece a ser formulada.

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