16 de julho, 2024

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Especialistas apontam como diferentes gerações atuam nas empresas

Imagem: gpointstudio - br.freepik.com

Existem experiências únicas que influenciam e afetam cada geração, por isso conflitos podem surgir entre funcionários mais velhos e mais jovens.

Sendo assim, especialistas da Hogan Assessments , empresa especializada em avaliação de personalidade no local de trabalho e consultoria de liderança, separaram três insights essenciais para criar harmonia. Confira abaixo:

A idade é mais propensa a afetar personalidades do que a geração a que pertencem

Segundo os especialistas, apesar dos baby boomers, Geração X, millenials e a Geração Z terem diferenças, há um padrão de que, quando se trata de relações de trabalho, os efeitos da idade superam os efeitos geracionais. Em outras palavras, se comparados na mesma idade, tanto os baby boomers (1945 – 1964) quanto a Geração Z (1995 – 2010), demonstram pouca ou nenhuma diferença.

“Isso ocorre porque os fatores de personalidade tendem a permanecer consistentes ao longo das idades. Por exemplo, as prioridades e desejos de um jovem de 20 anos permanecerão os mesmos, independentemente da década em que estavam nessa idade“, explica Ryne Sherman, cientista da Hogan Assessments.

Sendo assim, os colaboradores em início de carreira tendem a ser um pouco mais emocionais, audaciosos, ousados e propensos a correr riscos. Já para pessoas com carreiras mais avançadas, essas características podem parecer imaturas ou irresponsáveis.

Diferentes gerações têm diferentes motivações

A Geração Z é a geração mais etnicamente e sexualmente diversa da história. Por isso, seus membros são mais propensos do que qualquer geração anterior a esperar que as organizações tenham programas de diversidade, equidade e inclusão, ou DE&I, em vigor. 

Enquanto isso, pessoas mais velhas são menos propensas a buscar pelo reconhecimento público de suas contribuições e conquistas, e normalmente preferem se concentrar em resultados.

Para Sherman essas diferenças são úteis para comandar equipes multigeracionais, porém é importante respeitar cada membro da equipe como um indivíduo e buscar entender seus motivadores no trabalho.

Liderar uma equipe multigeracional com sucesso

O especialista ainda indica – pessoas que querem saber como liderar a geração atual devem lembrar de seus próprios objetivos de carreira ao entrar na força de trabalho, como estabilidade e oportunidade de desenvolvimento.

As pessoas mais jovens buscam reconhecimento, celebração em seus papéis e fatores que permitam o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal para mantê-las engajadas. Elas também preferem empregos onde podem influenciar os outros e se desafiar, e procuram por um senso de certeza e previsibilidade. Enquanto isso, pessoas mais velhas preferem manter as formas tradicionais, respeitar um senso de hierarquia e serem bons cidadãos organizacionais.

Contudo, o especialista conclui que “a maior parte de nossa personalidade vem das diferenças individuais. Tratar as pessoas como indivíduos em vez de membros de uma geração é a melhor abordagem no trabalho e na vida. Encontrar um equilíbrio entre essas visões e oferecer um ambiente que alcance um meio-termo feliz é a chave”, afirma Sherman.

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